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Aves de Rapina

Quando diziam que era ‘loucura’ trazer aos cinemas um projeto que foi iniciado com “Esquadrão Suicida”, filme no qual teve notáveis fiascos, a ‘DC’, com grande coragem, nos apresentar “Aves de Rapina”. Nos mostra em grande estilo as ante heroínas da ‘lista B’ do universo do Homem morcego, assim como passa-nos uma boa visão dos subúrbios de Gotham.

Como já era esperado, o longa nos mostra o lado cômico da vilã, onde já estamos acostumados em filmes desse estilo, existe famosa a interação do personagem por meio da quebra da quarta parede. No primeiro ato, o filme tende a dar várias voltas, ao meu ver um pouco sem sentido a fim de dar uma conexão entre as ‘Aves de Rapina’, essa são compostas por Canário Negro (Jurnee Smollet-Bell), Caçadora (Mary Elizabeth Winstead) e Renee Montoya (Rosie Perez), e até mesmo com Arlequina (Margot Robbie). Quando chegamos ao final do ato, onde as Aves de Rapina estão juntas em combate, podemos dizer que tivemos uma montagem desnecessariamente extensa: Para explicar a conexão de cada uma, são usados ‘Flashbacks’ de forma abusiva.

Em seu segundo ato nos é apresentado, o que na minha opinião, é o melhor aspecto do filme: a trilha sonora. Uma seleção muito boa foi escolhida para acompanhar as cenas do longa. Músicas que foram adaptadas somente para o filme, tudo isso dá ao trabalho uma grande singularidade. Já não podemos dizer o mesmo da explicação da trama, pois no segundo ato a preparação para o desfecho do filme é um verdadeiro clichê, nada surpreende.

Por fim, Aves de Rapina nos dá um bom terceiro ato, com mais emoção e boas cenas de ação nas características específicas do combate da Arlequina, as quais vemos em vídeo games e nas HQ’s. Por mais que o filme seja bem ‘atrapalhado’ na construção de seu enredo, valeu a pena trazer esse universo da Arlequina às telonas, de uma forma mais diferente e com tons singulares nas adaptações de HQs.

Joinhas:

2

Por:

@viniventura18

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