Lightyear

Finalmente chega nas telonas a origem do patrulheiro espacial mais querido do mundo, Buzz Lightyaer. Buzz está presente no cinema desde 1995, ano em que lançou o primeiro Toy Store, se mostrando como o melhor brinquedo do mundo.

Finalmente podemos ver o motivo de tanta animação da parte de Andy ao receber aquele presente escondido no armário, os saltos de alegria ao ver aquela nave espacial que segundo Xerife Woody: É feita de papelão barato. Lightyaer vem pra nos mostrar em detalhes cada acessório presente no boneco, como originou o personagem e para nos mostrar ele voando, e não caindo com estilo.

Para quem acompanhou a franquia de ‘Toy Story’ vai sentir a nostalgia que o filme nos passa, a cada fala de Buzz. Um filme muito divertido onde nos deparamos com cenas de ação muito bem feitas, vemos os famosos golpes de caratê de Buzz colocados em prática. Também contemplamos o explorador do espaço em ação enfrentando várias criaturas de espécies diferentes.

O longa entrega tudo que uma criança, adolescente e até um adulto quer ver, nostalgia, comédia, ação, drama e um roteiro muito bem trabalhado. Com um linguajar mais apurado, afinal Buzz é um patrulheiro. Quando começa a pilotar uma nave, a linguagem que é usada é mais técnica, linguagem que vemos presente em filmes mais sérios, sendo isso um ponto muito positivo, afinal as crianças precisam entender que quando se trabalha para adquirir sucesso é necessário seriedade e que não é fácil, assim como Buzz é preciso ‘ralar muito’.

Tivemos a triste notícia que o longa não poderá ser transmitido nas telonas de alguns países, em uma das cenas nós presenciamos um beijo homossexual, como todos já sabem, o filme é excelente, apesar desse acontecimento. Também o filme não beira a perfeição, por um pequeno furo que só os fãs assíduos de Toy Story vão entender, fica aí o desfio.

Joinhas:

4

Por:

@eduardomontarroyos

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