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M3gan

“M3gan” é a nova atualização de “Chuck”, a diferença está no artifício do terror. Enquanto a nova boneca tem o próprio conceito de “tecnologia vs. seres humanos” o antigo boneco era diretamente um “espírito maligno” que o incorporava. “M3gan” é também um “Ultron” na versão feminina. Pois vai aperfeiçoando suas qualidades a medida que absorve o comportamento e os dados de terceiros, igual ao vilão da MARVEL.

Mas, afinal, essa junção de retalhos de outros robôs/bonecos assassinos é ruim ou não? Tais “cópias” felizmente não atrapalham o brilho e o aperfeiçoamento assassino que é “M3gan”. O filme tem clichês pra todos os lados e a maioria das atuações é completamente sem expressão ou bastantes caricatas. Todas as cenas irão lembrar um ou outro filme de terror, mas a nossa protagonista assassina simplesmente “rouba a cena” pela forma como se apresenta e pela imposição em tela.

Começamos a não ligar tanto para as atuações, principalmente para as reações diante de algumas tragédias que ocorrem no filme. A começar pela motivação da Gemma (Allison Williams), a criadora de “M3gan”, que uma hora quer muito ter a guarda da sua sobrinha e outra parece não se importar nem um pouco com a garota. Enfim, se este fosse um filme de drama estaria tudo perdido.

Entretanto, no quesito “Serial Killer” temos o clássico terror que encanta e amedronta o cinema há gerações, “M3gan” chegou pra ficar, espere, pelo menos, uns cinco filmes dessa nova e encantadora ameaça (e isso nunca é bom). Esta fórmula de terror nunca perde a graça pois é responsável por render milhões as suas produtoras. É o típico filme que é pra ser visto no cinema pois temos aqui entretenimento da mais alta qualidade e despretensão.

Joinhas:

3

Por:

@eduardomontarroyos

.0 / 5.0

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