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Soul

Joe Gardner é um professor de música do ensino médio que sonhava em ser um músico de jazz, e finalmente teve a chance depois de impressionar outros músicos durante um ensaio aberto no Half Note Club. No entanto, um acidente faz com que sua alma seja separada de seu corpo e transportada para o "Seminário Você", um centro no qual as almas se desenvolvem e ganham paixões antes de serem transportadas para um recém-nascido. Joe deve trabalhar com almas em treinamento, como 22, uma alma com uma visão obscura da vida depois de ficar presa por anos no Seminário Você, a fim de retornar à Terra.

A “Pixar” é uma das maiores referências quando o assunto é: Imaginação. É incrível como tais roteiristas conseguem falar de coisas tão profundas de uma forma tão elucidativa. A maioria de seus filmes não prendem apenas as crianças, mas sim os adultos, idoso, pessoas de todas as idades, isso não é diferente com “Soul”. Apesar de sua prerrogativa ser a mais ‘clichê’ possível: O protagonista tentando voltar para casa (nada diferente de: ‘Procurando Nemo’, ou Dory, ‘Toy Story’, ‘UP – Altas aventuras’), a forma como, mais uma vez, esse tema é tratado encontra-se incrivelmente inovadora.

Todo o plano de fundo nos encanta, nos dois mundos: Tanto no além vida quanto na retratação fiel da “louca” cidade de Nova York. Entretanto tais temas delicados como “Vida após a morte” ou até os dilemas da mente em “Divertidamente” podem formar um grande desvio de foco sobre a real visão do além vida, principalmente para as crianças. Tudo o que nos mostrado no longa deve ser tratado como uma mera ficção, isso deve ser frisado pelos pais. Retendo o que é bom, desta obra podemos tirar que um grande propósito da vida se encontra na ironia de valorizar a própria vida, algo latente na descoberta da nossa encantadora coadjuvante.

“Soul” é belo devido a sua dedicação em nos passar uma boa, e mais uma vez, criativa história. Palco de grandes discussões e reflexões sobre as surpresas e o pós-vida. Uma excelente oportunidade para fazer os filhos refletirem, perceberem o que é real é o que não é. Um longa onde os atos são fictícios, mas a mensagem é bastante viva e real.

Joinhas:

4

Por:

@eduardomontarroyos

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